* Álvaro José da
Silveira
A trajetória de
desenvolvimento da
Associação
Brasileira de Redes
de Farmácias e
Drogarias
(Abrafarma) foi o
grande motor da
evolução do modelo
de farmácia hoje
existente no Brasil.
E, com toda a
certeza, vai
continuar dando o
tom da modernização
desse segmento do
varejo a médio e
longo prazos.
Sem falsa modéstia,
poucas entidades,
como a Abrafarma, se
dão ao luxo de
contabilizar um
gigantesco número de
conquistas
representativas ao
longo de uma
trajetória de 20
anos. E, nessa
conta, entram não só
vitórias obtidas em
favor de seus
associados, o que
não seria mais do
que uma obrigação da
entidade. Foi graças
às ações da entidade
– e debates intensos
de seus associados –
que ocorreu a
consolidação e
aperfeiçoamento das
redes, expansão de
mercado e da cadeia
farmacêutica como um
todo em nosso país.
Combativa e sempre
envolvida nas lutas,
pleitos e
reivindicações do
setor, a associação
soube, como poucas
entidades
classistas, criar em
torno de si uma aura
de produtividade e
credibilidade
inegáveis. Haja
vista o fato de que
angariamos a
simpatia de toda a
sociedade e o
respeito do governo,
que – apesar de se
revezar nos papéis
de nosso parceiro e,
por vezes, de
antagonista –
desenvolveu, por
prática usual, nos
ouvir e nos
consultar sempre que
alguma grande
decisão de porte
envolvendo os
desígnios da
farmácia precisa ser
tomada.
Mas, o importante
nessa história
talvez nem seja o
nosso painel de
vitórias, e sim a
disposição constante
de luta pela defesa
do varejo
farmacêutico, sempre
que alguma parte
tenta cercear a
atividade, regida
dentro da lei por
todos os nossos
associados.
Costumamos dizer que
o maior compromisso
da Abrafarma é com a
liberdade de
mercado. É o
respeito a ele e à
liberdade de
trabalho que nos
motivam e nos levam
sempre adiante. Mas,
para gravar uma
história ainda mais
auspiciosa nos
próximos anos,
precisamos que a
centelha mágica da
inovação nunca deixe
de faiscar, da mesma
forma que a chama da
união não arrefeça
entre nós.
Nesse processo, a
entrada de sangue
novo em nossas
artérias também será
sempre bem-vinda,
como um reforço
inestimável à vida
da entidade. Nosso
trabalho precisa
prosperar ainda
mais. Por isso e
cada vez mais, é
muito importante
agregar às fileiras
da associação um
número maior de
redes que
compartilhem e
estejam alinhados
com a nossa
filosofia de
atuação.
Assim, nossa meta já
para o ano que vem é
de trazer dez novas
redes para o quadro
de associados da
Abrafarma. E, no
médio e longo prazo,
o objetivo é que
nossa entidade
congregue nada menos
que 50% das vendas
de todo o varejo
farmacêutico
brasileiro. Hoje,
somado o terceiro
trimestre, o
faturamento total em
2011 das associadas
à entidade superou
R$ 14,9 bilhões.
Isso não é um sonho
bonito de sonhar. É
mais uma conquista
que iremos
certamente
materializar com o
apoio de cada um de
nossos atuais e
futuros associados.
Com a força de todos
aqueles que querem
ver este nosso
querido Brasil
crescer e também
ocupar seu merecido
lugar de destaque
entre as maiores
nações do mundo,
dona de uma economia
forte e de um modelo
de farmácia que lhe
seja absolutamente
condizente.
Álvaro José da
Silveira é
Presidente do
Conselho Diretivo da
Associação
Brasileira de Redes
de Farmácias e
Drogarias